sábado, 21 de maio de 2016

Spiral out. Keep going, going...

I embrace my desire to
feel the rhythm, to feel connected
enough to step aside and weep like a widow
to feel inspired, to fathom the power,
to witness the beauty, to bathe in the fountain,
to swing on the spiral
of our divinity and still be a human.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Trabalho do diabo

O demônio não é, de modo algum a pior coisa que existe; preferiria tratar com ele do que com muitos seres humanos. Ele cumpre os acordos melhor do que muito trapaceiro da Terra. Na verdade, quando chega a hora do pagamento, lá esta ele - e, assim que soa a meia-noite, apanha sua alma e vai para casa, para o Inferno, como um bom e dedicado demônio. Não passa de um negociante fazendo o que deve, o seu dever.

Desejos e tentações


segunda-feira, 16 de maio de 2016

O rei esta morto... Longo vida ao rei..

Elvis Presley foi assassinado por um imenso sanduíche. Havia anos, ele comia feitos dois elefantes asiáticos. Seu intestino era perenemente ocluso. Tudo isso porque o abuso de drogas e psicotrópicos tinha provocado um degeneração do hipotálamo que impedia-lhe de se sentir saciado. Comia ate o colapso. Comeu, literalmente, ate estourar.
Elvis Presley morreu cagando. Sentado num trono de merda, o rei se foi.
Longa vida ao rei.
Os súditos desse mundo tem o rei que merecem.

Coisas piores que a morte

E ele descobriu, vendo o olhar vago do homem através do ar ensanguentado, que havia coisas piores que pavor no mundo. Piores até mesmo que a morte.

Havia dor sem esperança de cura. Havia a vida que se recusava a terminar, muito depois que a mente tivesse implorado ao corpo para acabar. E pior, havia pesadelos que se tornavam realidade

A voz do fogo

"Através da escuridão do futuro passado
O mágico almeja ver
Um que canta entre dois mundos
O fogo caminha comigo"

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Ive been patiently waiting for... Kill

Patiently waitin to make it through all the hatin
debatin whether or not you could even weather the storm.
Just lay on the table they operatin to save you
itz like an angel came to you sent from the heavenz above

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Vicariously, I live while the whole world dies

Não ha prazer que se compare ao pavor. Se pudéssemos nos sentar, invisíveis, entre duas pessoas em qualquer trem, sala de espera ou escritório, a conversa entreouvida giraria invariavelmente em torno desse assunto. Certamente a discussão pareceria referir-se a alguma coisa inteiramente diferente; a situação do país, uma conversa corriqueira sobre mortes nas estradas, o preço crescente dos tratamentos dentários; mas tire as metáforas, as observações indiretas e lá, oculto no coração do discurso, está o pavor. Pavor de ser pobre, pavor de morrer acidentalmente de forma súbita, pavor de não ter dentes e de não ser considerado belo e atraente, pavor de viver nesse mundo que pode ser tão cruel e frio. Enquanto a natureza de Deus e a possibilidade da vida eterna passam sem discussão, remoemos com satisfação o sofrimento, minuciosamente. A síndrome não reconhece limites; o mesmo ritual se repete, seja na sauna ou no seminário. Com a invitalidade de uma língua que repetidas vezes inspeciona um dente dolorido, pisamos e repisamos e repisamos nossos medos, sentando-se para falar sobre eles com a ansiá de um homem faminto à frente de um prato quente e transbordante de comida.
Não ha prazer que se compare ao pavor. Desde que não seja o nosso