sábado, 27 de agosto de 2016

William S. Burroughs - A Thanksgiving Prayer


Obrigado pela peru selvagem e os pombos passageiros, destinados a ser uma merda para fora através de saudável intestino americano
Obrigado por um continente a espoliar e envenenar -
obrigado por índios para proporcionar um pouco de desafio e perigo -
obrigado pelas vastas manadas de bisões para matar e esfolar, deixando a carcaça a apodrecer -
obrigado por recompensas pelos lobos e coiotes -
obrigado pelo SONHO AMERICANO para vulgarizar e falsificar até que as mentiras fiquem nuas a brilhar -
obrigado pela KKK, pelos assassinos de pretos ,homens da lei sentindo sua entalhes, pelas mulheres decentes que vão à igreja com suas amargas e maldosas caras -
obrigado pelos adesivos " Mate uma bicha por Cristo" -
obrigado pela AIDS de laboratório -
obrigado por Lei Seca e da Guerra Contra as Drogas -
graças a um país onde ninguém é permitido se preocupar com seu próprio negócio -
obrigado por uma nação de informantes- sim, obrigado por todas as memórias ... tudo bem, vamos ver seus braços ... você sempre foi uma dor de cabeça e você sempre foi um saco.
obrigado pela última e maior traição do último e maior dos sonhos humanos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Vida e o esterco que nos criamos para ela

Somos animais glorificados que comem, cagam e estão fadados a morrer. Não somos nada mais do que futuros cadáveres. Tudo acaba como esterco. Então pare de fazer sua vida uma merda antes da hora. E vive ela com todas as falhas e inseguranças e erros que possam haver. Viva a sua vida e deixe o seu mundo melhor. É só o que nos basta fazer... 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Japoneses e sua doideras


*o cara transar com a morta ate ela voltar a vida já é bizarro, mas tenho que admitir que esse pássaro falante  e o grilo tambem são a maior doidera

E a humanidade segue...


A humanidade e nossa maldita necessidade de nos livrarmos de responsabilidades sempre que podemos.  Um desejo covarde de tirar as responsabilidades dos ombros está em nossos genes, e o único modo de conseguir alguma coisa nesse mundo é lutando permanentemente contra essa inclinação natural de sermos irresponsáveis.
Continuamos a culpar a serpente por termos comido o fruto proibido.
Os homens roubam, matam, mentem, trapaceiam porque não se sentem  responsáveis pelos outros. Não se sentem nem mesmo responsáveis por si mesmos, como poderiam sentir empatia pelo outro.
Os políticos querem o poder e querem a consagração quando seus planos dão certo, mas  raramente se levantam e assumem a responsabilidade pelo fracasso.
O mundo esta cheio de gente que quer lhe dizer como viver a sua vida, como fazer o Paraíso aqui mesmo na Terra, mas quando suas idéias não se mostram tão boas, quando tudo termina em extermínio, assassinatos em massa, destruição e guerra, viram o rosto, desviam o olhar e fingem que não tiveram nenhuma responsabilidade pelo massacre.
Temos que começar a compreender que colocar a culpa de todos esses horrores e problemas em seres de outro planeta e seres espirituais é outra forma de tirar responsabilidade de onde ela  realmente se encontra: em nós, nas pessoas, em nossa própria capacidade real e imensa de fazer mal uns aos outros. Se tentarmos colocar a culpa no Diabo, em um Deus enfurecido, em alienígenas, em entes sobrenaturais ou no que for; não vamos conseguir ver a situação com clareza suficiente para descobrir como nos salvarmos.
Mas me questiono se a descoberta de que a culpa de todo esse caos e mal é totalmente nossa, se isso serve para alguma coisa e se isso uma dia será resolvido

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Texto insone


Será que é a voz do oceano que escuta em mim?
A dissociação
Ou Talvez seja a voz do grande vazio que emana da sua loucura?
Deixe ela ir, deixe ir
Diminuído e em pedaços, como partes sem importância do que sobra de uma cirurgia
como esse pesadelos me controlam e me dominam 
E me diga o que há lá no fundo
Alem do grande foda-se

domingo, 7 de agosto de 2016

Monstros são reais

Monsters are real, and ghosts are real too. They live inside us… and sometimes, they win.”