segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Hakim Bey - terrorismo poetico


“Avatares do caos agem como espiões, sabotadores, criminosos do amor louco, nem generosos nem egoístas, acessíveis como crianças, semelhantes a bárbaros, perseguidos por obsessões, desempregados, sexualmente perturbados, anjos terríveis, espelhos para a contemplação, olhos que lembram flores, piratas de todos os signos & sentidos
Aqui estamos, engatinhando pelas frestas entre as paredes da Igreja, do Estado, da Escola & da Empresa, todos os monolitos paranóicos. Arrancados da tribo pela nostalgia selvagem, escavamos em busca de mundos perdidos, bombas imaginárias”.


Seguindo as palavras escritas


Estava escrito que eu deveria ser leal ao pesadelo da minha preferencia...

Ainda não livre, embora dominando-as como escravas, da chance, da morte e da inconstância..

No jogo da perdição

O inferno é o lugar dos que se negaram;
Encontraram ali o que plantaram e o que cavaram,
Um Lago de Espaços, e um Bosques de nada
E vagueiam, andando à deriva, e nunca param
De mendigar substancia.