Ela tem belas pernas. Longas e bem cuidadas.Sua pele é pálida e suplica uma gota de cor rubra. Um olhar profundo e intenso... e se imagina o vermelho quente fluindo sobre o corpo quente. Suas mão alisam com sensualidade as pernas. Um convite para um lugar tão sombrio quanto prazeroso. Apenas nos olhando ela nos recebe com um discurso apaixonando. Ela tira de cada um num fluxo insano a mais sombria poesia que existe em nós, capaz não apenas de perturbar anjos puritanos, como também estraçalhar suas asas e beber do seu licor celestial. Ela é o instrumento perfeito do caos e da beleza sombria que nos cerca, glorificando os únicos sentimentos que poderíamos realmente experimentar: dor e prazer. E em meio ao reino de fogo e enxofre, as duvidas e medos e qualquer clichê barato são encobertos pelo som dos portões do inferno se fechando em meu coração agora quente que bate pela diaba mais linda que já vi. E quando ela sorri, eu sei que estou em casa e ha tantas coisas boa para se morrer nessa vida.
- Inspirado em Larissa Maxine

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